Foto: Arcevo

Aterro do Flamengo
27|12|07 • O Aterro do Flamengo possui 1,2 milhão de metros quadrado tomados do mar.
Oficialmente inaugurado em 1964 e tombado em 1965, nunca foi conhecido pelos seus nomes: Brigadeiro Eduardo Gomes e Parque Governador Carlos Lacerda.
Foram os poste de 35 metros de altura, um dos fatores de desentendimento entre o paisagista Burle Marx, responsável pelos jardins, e Maria Carlota Macedo Soares, que coordenava os trabalhos do Parque do Flamengo, tendo prevalecido a vontade da coordenadora.
Achava Burle Marx que a altura dos postes, por ser maior que as árvores, quebraria a harmonia do projeto.
Diversos tipos de árvores foram plantados no Aterro do Flamengo, tais como: ipês, oitis, acácias, palmeiras e outras variedades tropicais.
Na área do Aterro encontram-se o Museu da Arte Moderna, o Monumento aos Pracinhas, a Marina da Glória, além de diversas outras opções de lazer.
Foto: Francci Lunguinho

Igreja N. S. do Carmo
Por Francci Lunguinho
Rio de Janeiro, 05 de maio de 2006
A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, situada na Rua da Lapa, antes conhecida como Areias de Espanha, nasceu em volta do seminário e capela construídos em louvor a Nossa Senhora da Lapa do Desterro, em 1751. Os frades carmelitas, por ocasião da chegada de D. João VI, tiveram que desocupar o Convento no Largo do Carmo (atual Praça XV) para moradia do monarca. Receberam então, como residência, o antigo seminário e a Capela da Lapa.
Em 1810, a imagem da santa foi colocada no altar-mor. O autor do projeto original de 1751 é o engenheiro militar Brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim.
A fachada em estilo barroco é ladeada por uma torre à esquerda, tendo a segunda torre ficado inacabada, à espera da instalação de uma sineira, caso chegasse a ser Matriz. O que contraria a lenda local de que um tiro de canhão teria destruído parte da torre durante uma revolução. O altar-mor e os altares laterais foram esculpidos entre 1775 e 1780. Na mesma época, mestre Valentim esculpiu o camarim do altar-mor.
Foto: Roberto Costa Paiva

Ícones de Fé
Por Roberto Costa Paiva
Rio de Janeiro, 05 de agosto de 2006
DEUS DISSE:
“Que as águas que estão debaixo do firmamento se ajuntem num mesmo lugar, e apareça o elemento árido. E assim se fez. Deus chamou o elemento árido de TERRA, e ao ajuntamento das águas Mar”.
E Deus viu que isto era bom. Houve uma tarde e uma manhã: Foi o terceiro dia.
Está lá escrito em Gênesis que os elementos Terra e Água foram criados por Deus no terceiro dia.Outras maravilhas do nosso mundo continuaram a ser criadas até o sexto dia. No sétimo dia o Supremo Arquiteto do Universo descansou.
Como carioca da gema acredito que Ele tenha aproveitado o dia de descanso aqui no Rio de Janeiro. Imagine o Pai sentado no alto do Corcovado contemplando a sua recém criada obra de arte. Olhou para frente, viu o nascer do Sol tendo como primeiro plano a Baia de Guanabara, o Pão de Açúcar, Morro da Urca, Enseada de Botafogo, Icaraí, Itaipu...
À tarde, voltou-se para o pôr-do-sol e continuou a contemplar Sua obra e lá estavam: Lagoa Rodrigo de Freitas, a Princesinha do Mar, Ipanema, Leblon, Morro Dois Irmãos, Pedra da Gávea, São Conrado, Barra, Recreio...
E há de ter pensado: Como caprichei!
Muito tempo depois chegaram os homens e colocaram no alto do Corcovado uma bela imagem do Seu filho, que turistas do mundo inteiro querem ver de perto, e de quebra levam em suas mentes a visão que o Criador teve quando aqui descansou.
Um pouco antes, os homens também construíram no outeiro uma linda igreja que seria a Glória do Rio de Janeiro.
Alinhados no que parece uma montagem fotográfica estão dois ícones de fé da nossa linda cidade.
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